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O objetivo de qualquer negócio é atrair clientes. Para isso, as empresas que entenderam a importância do marketing digital para a sua sustentabilidade, tem investido cada vez mais na qualidade de conteúdo, estética e navegabilidade das suas plataformas. E como colher os frutos desse investimento? A resposta é aumentando a visibilidade, ou seja, gerando tráfego. Seja ele tráfego pago ou orgânico.
Tráfego digital significa a quantidade de visitantes que acessaram uma plataforma da internet em determinado período, ou seja, o fluxo de usuários entre páginas da web.
Com o tráfego web um negócio atrai novos clientes, fortalece relacionamentos e comunicação, qualifica sua audiência e principalmente pode aumentar suas vendas. É o sonho de consumo de qualquer objetivo de marketing, afinal quanto mais leads, maiores as chances de conversão.
Hoje, não só os consumidores estão mais preparados para o ambiente online. A concorrência é grande e agressiva, tornando fundamental estratégias bem definidas para que seus clientes cheguem às suas páginas de negócios.
O orgânico: são os usuários que visitam sua página sem que você tenha feito um investimento direto pelo seu clique.
O pago: ao contrário do orgânico, são os usuários que visitaram sua página através de algum anúncio pago.
O de referência: são usuários que chegaram até você através de ações de linkbuilding, ou seja, links encontrados em outras páginas.
O direto: visitante que acessou a página digitando diretamente na barra de busca o seu endereço.
O social: usuários que chegaram a sua página direcionados pelas redes sociais como Facebook, Twitter, LinkedIn, Youtube, entre outros.
O de E-mail marketing: quem chegou à sua página através de link recebido via e-mail marketing.
Neste artigo, falaremos sobre tráfego orgânico e pago, que geram as maiores dúvidas na hora de definir os investimentos dentro das estratégias de marketing digital.
Se levarmos em consideração que o Google é uma das maiores fontes de tráfego das páginas, estar rankeado entre as primeiras posições é fundamental para o seu negócio e estes são os caminhos para se obter uma boa colocação:
Tráfego qualificado é o tráfego composto por usuários com maiores chances de conversão.
Este é um conceito importante, pois a quantidade de visitantes não representa uma maior venda do seu produto. Ao segmentar, otimizamos o investimento, abordando de maneira mais assertiva os clientes que sejam realmente potenciais.
O primeiro passo para qualificar seu tráfego é conhecer o seu cliente, traçando sua persona. Conhecendo o perfil do seu consumidor, você poderá direcionar seus esforços de maneira mais produtiva.
Existem algumas estratégias para personalizar ações dentro de cada tipo de tráfego, veja dois exemplos:
Para saber como investir nos diversos tipos de tráfego, só há um caminho seguro: usar métricas.
Diferente das mídias offline, o ambiente digital é rico no fornecimento de dados, sendo um recurso que não deve ser desprezado sob nenhuma hipótese. Tudo pode ser medido e analisado na busca dos melhores resultados e o Google Analytics é hoje uma ferramenta indispensável para coleta de dados.
Para cada objetivo, há métricas e análises adequadas, capazes de direcionar de forma correta os esforços de marketing. Com a gestão correta dos dados, podemos tomar decisões sobre investimento, proporção, manutenção, ajustes, mudanças e até cancelamentos necessários.
Como já dissemos, nem sempre o canal de maior tráfego é sua melhor opção. Por exemplo, neste caso, um índice como o ROI (retorno sobre investimento), pode apontar a rentabilidade real de determinado canal de aquisição.
Em outro exemplo, se você quer aumentar o tráfego em 30% no próximo semestre, uma forma é contabilizar a relação entre novas visitas e visitantes que retornam.
Existem diversos indicadores valiosos, que devem ser sempre analisados em conjunto com outros fatores do negócio, como macro e microambiente, objetivos de marketing, curva de vida do produto ou empresa, entre outros.
Após definir as métricas, é necessário realizar um monitoramento constante e manter-se ágil na análise e reação.
Mas afinal, qual a melhor opção para o seu negócio? Na situação comum de se ter um orçamento enxuto, por onde seguir?
Antes de responder a essa pergunta, vamos conhecer características mais detalhadas de cada um, pois em marketing digital, nada é tão simples como parece.
O tráfego orgânico advém de sites, blogs, redes sociais e mecanismos de busca.
Como já dissemos, sua principal característica é não possuir custos diretos (o que é diferente de não possuir custos), uma vez que seus usuários chegam nas páginas de forma espontânea.
Para gerar tráfego orgânico você precisa apresentar conteúdo de qualidade e relevante em seus canais digitais e isso depende de investimento em marketing, tecnologia e profissionais capacitados, inclusive para o seu gerenciamento.
Estratégias de tráfego orgânico produzem resultados a médio e longo prazo e precisam de frequência e tempo para que o lead avance pelo funil de vendas.
Além disso, um bom ranqueamento no Google, assim como conquistar seguidores e reputação digital, não acontece do dia para a noite, exigindo consistência mesmo após atingir bons resultados.
Ao contrário do orgânico, o tráfego pago é aquele pelo qual você paga para aparecer para a sua audiência.
O processo ocorre pela definição de palavras-chave e a cobrança, na maioria das plataformas, acontece somente se o usuário clicar no anúncio.
Além de palavras-chaves assertivas, uma boa estratégia em tráfego pago exigirá constância para que o tráfego permaneça ativo, além de adequação na linguagem e formato do anúncio para cada plataforma de investimento.
É um caminho válido principalmente para ações que exigem respostas mais rápidas, como lançamentos e promoções.
Google Ads, Bing Ads, Facebook Ads, LinkedIn Ads e Taboola são alguns dos canais de tráfego pago existentes e vamos falar um pouco mais dos dois mais populares:
Os anúncios que aparecem na página do buscador e de seus sites parceiros só são cobrados quando um usuário clica e seu investimento é definido pelo formato de leilão de palavras-chave.
Uma boa performance dependerá de uma análise do Google, que fará a relação entre a relevância e qualidade do conteúdo com o valor pago pela palavra-chave, ou seja, mesmo pagando, se seu conteúdo não for qualificado, sua campanha não dará bons resultados.
O Google Ads permite testes A/B e de CTA’s para obtenção do melhor desempenho possível e também oferece a segmentação pelo tipo de dispositivo de acesso (computadores, tablets ou dispositivos móveis) ou região, possibilitando a personalização das mensagens, entre outros recursos.
Os anúncios do Facebook Ads podem ser produzidos em texto, foto ou vídeo e possibilitam direcionar para a página de interesse da empresa.
Permite a segmentação por sexo, região, idade, status de relacionamento, profissão e interesses, além de poder ser pago por clique ou visualização.
Possui dois formatos diferentes, o História Patrocinada (exibido para amigos de pessoas que já curtiram sua página) e o Post Promovido (que impulsiona a visibilidade de uma postagem real para sua base de seguidores).
Não existe certo ou errado, simples assim. Dessa forma, a melhor opção será aquela que esteja dentro dos seus objetivos de marketing, levando em consideração, que sempre que possível, devem ser duas ações complementares e não excludentes.
Cada um, com suas características e velocidade de resultados, traz vantagens e desvantagens específicas, que devem ser avaliadas por cada cliente, para cada campanha.
Embora a preferência pelo tráfego orgânico ocorra basicamente pela falta de verba das empresas, aspectos como objetivo e urgência de resultados devem ser sempre considerados, pois não se tratam de custos absolutos: o melhor custo-benefício é o que traz o resultado esperado com o investimento melhor otimizado.
Esperamos ter ajudado no entendimento deste dilema, mas a Marketing Sem Frescura pode fazer melhor ainda, assessorando seu marketing de forma que os objetivos sejam traçados corretamente e as ações executadas com o melhor controle e retorno possível dos seus investimentos.
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